Domingo, 17 de Dezembro de 2017

Pobreza, Castidade e Obediência

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O VOTO DE POBREZA

 

Assim, vivendo pobremente como o Senhor e sabendo que Deus é o único absoluto, compartilham seus bens, anunciam a gratuidade de Deus e de seus dons, inauguram desta forma a nova justiça e proclamam de maneira toda especial a elevação do Reino de Deus sobre tudo o que é terreno, e suas exigências supremas (Cf. LG. 44), por seu testemunho são uma denúncia evangélica daqueles que servem ao dinheiro e ao poder, reservando para si egoisticamente os bens que Deus outrora ao homem para benefício de toda a comunidade (Puebla 747).

 

O VOTO DE CASTIDADE

 

A vivência da castidade, cedo ou tarde, volta ao aspecto comunitário. A castidade necessariamente é vivida num contexto comunitário segundo as estruturas atuais e tradicionais da vida consagrada. Exercemos nossa castidade numa comunidade com pessoas específicas e nossos apostolados por meio de uma comunidade. E a comunidade aqui não é uma idéia, mas pessoas com rostos concretos. A formação permanente na castidade começa com a reforma de nosso estilo de fraternidade na comunidade. Precisamos refundar uma verdadeira atmosfera de fraternidade na comunidade para que possa florescer uma verdadeira castidade dentro e fora da comunidade. Não há segredo aqui, e nunca houve desde o começo da vida consagrada no século IV. Onde reinam a caridade, a fraternidade, o amor, o perdão e a aceitação verdadeira entre os membros da comunidade, então a vivência da caridade, castidade floresce apesar dos problemas humanos que sempre aparecem.

 

O VOTO DE OBEDIÊNCIA

 

A obediência pelo Reino dos céus é uma das formas expressivas da consagração religiosa, mais relevante. Corresponde ao apelo de Deus. O religioso entrega-lhe toda a sua pessoa, agarrada numa de suas nervuras fundamentais: a vontade de afirmação, o instinto de independência e autonomia. Com isso, afirma que o que conta realmente é a vontade de Deus e seu Reino.

 

 

A obediência é um tema central do Novo e do Antigo Testamento. Foi o tema conservado para manifestar o sentido da vinda de Cristo na terra e o seu comportamento.

 

 “Onde houver homens e mulheres apaixonados por Jesus e sua causa haverá vida religiosa. Sem essa experiência teologal, sem essa relação pessoal e cada vez mais exigente e gratificante com Jesus o Senhor, sem essa sedução não justificamos nenhum de nossos passos na vida religiosa”.

 

 

 

Pe. José Maria Guerreiro.

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